COM A MÃO NA TAÇA.

Rubro Negro vira pra cima do Bahia, vê a vantagem subir para 10 pontos e só um desastre pode mudar o final do brasileirão.

Gabigol teve uma atuação de gala e comandou a equipe contra o Bahia.

O Flamengo entrou em campo sabendo que a chance de abrir 10 pontos para o vice líder era real e que precisaria ter muita paciência para ultrapassar mais um time que jogaria atrás, por uma bola. O adversário surpreendeu e demonstrou muita velocidade nos contra ataques, marcava forte e saia com uma velocidade invejável.

Nesse cenário, o Rubro Negro rondava a área do adversário sem muita agressividade e esperava a hora certa de dar o bote. Devo confessar que já me acostumei com o estilo de jogo do time de Jorge Jesus, um jogo paciente e ao mesmo tempo letal. Basta um vacilo do adversário e o time acelera as jogadas e abre o placar. O Bahia não deu essa oportunidade e se defendia muito bem.

Até que o pior aconteceu! Em um bate rebate a bola sobra para o adversário que cruza na medida, Diego Alves opera um milagre e no rebote gol contra de Arão, 0 x 1. Logo ele que vem sendo um dos principais jogadores da equipe, não merecia.

Rodinei conseguiu falhar duas vezes no lance do gol, já havia falhado no último jogo que foi titular. Definitivamente não é jogador para o Flamengo.

Fim de primeira etapa! Pela primeira vez o time de Jorge Jesus (João De Deus) saia atrás no placar dentro de casa. Se desesperar? Não! Esse Flamengo é diferente e não demonstra desespero, é um time cascudo e que sabe exatamente o que fazer.

Na segunda etapa Reinier entrou no lugar de Vitinho que estava muito abaixo e segurava demais a bola.

Gabigol que já fazia uma boa partida chamou de vez a responsabilidade, foi o autor do passe para a cabeçada a queima roupa de Reinier, 1 x 1. Com a necessidade de virar o jogo, o Rubro Negro correu ainda mais risco nos contra ataques dos baianos.

Reinier empata o jogo.

F.Luís com uma visão de jogo apurada achou Gabigol, que achou Bruno Henrique e gol! Era a virada do Rubro Negro. A segunda assistência de Gabigol. O jogador merecia fazer um gol e os deuses do futebol se encarregaram dessa tarefa.

Cobrança de falta de Arão, bola na trave e no rebote gol do artilheiro do brasileirão que segue batendo recordes pessoais, no clube e no campeonato.

Atuação de um time que não teme o adversário e sabe o que precisa fazer para ganhar os jogos. Um time que já joga no automático, não desistem. Em pouco tempo de trabalho o Português vem fazendo o suficiente para ficar marcado na história do clube e do futebol brasileiro em geral.

Com mais duas vitórias e um tropeço do vice líder o Flamengo pode garantir o título na próxima semana. O conto de fadas continua, a torcida pela primeira vez no ano admitiu que o título está próximo e já pensa no clássico.

  • Bola cheia : Gabigol e F.Luís
  • Bola murcha: Vitinho e Rodinei

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